jeudi 25 août 2016

"Todos ao Registo Eleitoral"; apela o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva

Angolanas e angolanos
Prezados compatriotas:

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O governo anunciou que o registo eleitoral presencial dos cidadãos maiores arranca amanhã, dia 25 de Agosto. Muitos nos contactam e pedem que não participemos neste processo de registo eleitoral oficioso, porque acham que está viciado; outros nos procuram para saber a nossa posição sobre este processo e se vamos participar. Em face disso e para que não haja mais dúvidas, convocamos esta conferência de imprensa para apresentar aos angolanos a nossa posição sobre esta matéria. Venho, por conseguinte, apresentar cinco razões que nos levaram a decidir que todos devemos participar neste processo que nos conduzirá ao exercício da soberania pelo povo em 2017.

Human Rights Foundation condena aprovação de lei da comunicação social

O jornalista e ativista angolano Rafael Marques, autor do livro 'Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola', que lhe valeu uma condenação a seis peses de prisão com pena suspensa pela justiça angolana
  |  Miguel A. Lopes / Lusa
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O pacote legislativo foi aprovado no parlamento a 12 de agosto. Deputado da UNITA, maior partido da oposição, descreveu-o como "um cerco aos jornalistas e ao jornalismo"
A Human Rights Foundation condenou nesta quarta-feira a aprovação na generalidade pelo parlamento de Angola do pacote legislativo da comunicação social e exigiu que seja tornado público e rejeitado na votação na especialidade.
O parlamento angolano aprovou a 12 de agosto na generalidade o pacote legislativo da comunicação social, com votos contra dos partidos da oposição, que a consideram um bloqueio aos jornalistas e à liberdade de imprensa e expressão em Angola.

jeudi 18 août 2016

Governantes incentivam discriminação política


                                          
Kassongue_Paiva.jpgPaiva Luís, membro da UNITA na Aldeia Katcheile, foi gravemente torturado por desconhecidos na noite de 2 de Agosto de 2016, poucos dias depois de ter sido ameaçado de morte ou desterro pelo administrador e 1º Secretário do MPLA, Domingos Tchakamba, da Comuna do Dumbi, Município de Cassongue, se Paiva não retirasse a bandeira da UNITA na Aldeia.

Pelas 1 hora e 4 minutos, Paiva Luís viu sua casa cercada por pessoas estranhas que o pegaram e espancaram gravemente, revistaram o seu quarto, exigindo que mostrasse outras bandeiras, já que quando se retirou uma bandeira Paiva repôs outra.

Encontraram apenas outros matérias de propaganda da UNITA, tiraram a Bandeirinha e Chapeu de pala que o introduziram na boca e o amarraram junto do Mastro da Bandeira próximo de casa.

Paiva tanto gritou durante a noite, clamando por socorro ninguém atendeu. Paiva só foi liberto das cordas por volta das 12 horas do dia seguinte pela UNITA.

A vitima explica que as autoridades policiais foram informada do crime de perseguição política, mas até hoje a polícia não tomou nenhuma medida de responsabilização.
Entretanto a saúde de Paiva inspira cuidados médicos.
De Cassongue K.Sul
Por: Vida de Deus e Carlos Pinto

www.unitaangola.org                  


dimanche 31 juillet 2016

CNE nas mãos da Casa Militar

 28 julho 2016     

Lisboa - As antigas denúncias segundo as quais a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) estaria a ser controlada pela Casa Militar da Presidência da República voltaram a ganhar consistência por via de um recente descuido protagonizado por esta instituição responsável pela organização de processos eleitorais em Angola.

Fonte: Club-k.net

Um só bloco angolano garante quase 1.000 milhões de dólares de petróleo em junho

27/7/2016, 10:52

Um único bloco no 'offshore' angolano vendeu em junho quase 1.000 milhões de dólares e mais de 21 milhões de barris de petróleo, indicam dados do

WU HONG/EPA
Em causa está a atividade do bloco 17, na bacia do Congo, operado pela francesa Total e que inclui vários campos e poços em águas profundas, sendo atualmente o mais rentável de Angola, país que é o maior produtor de petróleo de África, com 1,7 milhões de barris por dia.

Tortura e Homícidio: Sofrer e Morrer às Mãos da Polícia Nacional

Rafael Marques de Morais, 25 de Julho de 2016

Flávio Agostinho Carizo, de 25 anos, foi torturado até à morte por agentes policiais, com a sua esposa e alguns amigos a testemunhar o acto, como se de um espectáculo público se tratasse. Por exemplo, depois de lhe amarrarem os testículos, os agentes espremiam-nos a seu bel-prazer, entre outras atitudes de violência extrema. Tudo aconteceu no mês passado, na 39.ª Esquadra do Bairro Kikolo, no Município de Cacuaco. A unidade é conhecida como a Esquadra do Cauelele, e a tortura foi infligida a cinco jovens; dois deles sobreviveram e encontram-se detidos em Viana.
Reiteradas vezes e de forma aleivosa, Rui Mangueira, o ministro da Justiça, tem informado a comunidade internacional acerca da inexistência de violações dos direitos humanos em Angola. Ora, Maka Angola reporta regularmente casos de tortura policial. Talvez para o ministro a tortura contra cidadãos comuns seja apenas mais uma das instâncias de “sofisticação” legal do poder que representa. Os cidadãos não valem nada, só as mentiras e a arrogância dos dirigentes é que são dignas de nota.

CNE apresenta ao parlamento 17 questões sobre a validade do registo Eleitoral

            
Lisboa - Centenas de comissários eleitorais, a todos os níveis (municipais, provinciais e nacionais), eleitos por todos os partidos representados no Parlamento, subscreveram uma petição dirigida ao Parlamento angolano solicitando que sejam esclarecidas dúvidas sobre “o regime jurídico do registo eleitoral estabelecido pela Lei nº 8/15 (Lei do Registo Eleitoral Oficioso), com destaque para o regime jurídico da supervisão do processo de registo presencial, referido no seu artigo 57.º, no contexto da organização e condução dos processos eleitorais”.