jeudi 18 février 2016

UNITA é um partido inclusive

Isaías Samakuva, presidente da UNITA, alertou que “muitos ficam perturbados pelo facto de a maioria dos membros do partido ser do centro ou do sul de Angola” e argumentou ser ”uma mera coincidência histórica”.

“Mas isso não a torna uma associação sectária, tribalista, atrasada ou racista. A UNITA é formada por
pessoas de todas as raças e origens étnicas”, justificou quando falava aos quadros do seu partido.

De acordo com Samakuva, a UNITA “é o partido político angolano com maior diversidade entre os seus quadros técnicos e dirigentes”.


 Na opinião do líder da UNITA, a cada cidadão é permitido participar na construção do future de Angola, salientando que “o passado é para os historiadores e o futuro é para os visionários, os construtores da paz e do País inclusivo e desenvolvido que todos almejamos”, acrescentou. Lembrou que “há muita gente que fez muito mal a este povo e a este País que tem medo da UNITA porque pensa que essa organização política vai vingar-se um dia”. “Por isso pintam-na de preto e atribuem à UNITA muitas mentiras e falsidades históricas. O país ainda é sufocado por um aparato estatal impermeável, ineficiente, que intervém demasiado nas relações sociais privadas”, denunciou.

De acordo com o político, “para desenvolver as suas potencialidades, Angola precisa de se libertar
deste controlo estatal e construir um Estado moderno, eficiente, democraticamente fiscalizado e virado para a sua função essencial, que é promover o bem público, e não controlar o espaço público”.

D.F.

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